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quarta-feira, 21 de abril de 2010

UNICEF DEPLORA MORTE DE CRIANÇAS

UNICEF deplora morte de crianças


04 de Janeiro, 2010


O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) manifestou-se, sexta-feira, preocupado com a morte de crianças durante confrontos em algumas localidades do Estado de Bauchi, no norte da Nigéria, a 28 de Dezembro último, informou a Angop, que cita a PANA.

Em comunicado, a UNICEF condenou o “massacre trágico” dessas crianças nigerianas, sublinhando que a maioria das pessoas que morrem nos incidentes foram crianças entre os dez e os 15 anos.

“Milhões de crianças no norte da Nigéria vivem na precariedade e muitas longe das suas famílias, o que as torna muito vulneráveis à influência dos que lhes oferecem comida”, adianta o comunicado.O UNICEF cita um estudo recente do Ministério nigeriano da Mulher e Desenvolvimento Social que revela que cerca de um quarto das crianças na Nigéria, quase 17 milhões, são órfãs ou vulneráveis.

O estudo, segundo ainda o comunicado, diz igualmente que o número de órfãos e crianças vulneráveis na Nigéria é mais elevado do que nos países em guerra como o Sudão, Somália e a República Democrática do Congo (RDC).

Problemas tribais tem sido a razão de conflitos em várias regiões na Nigéria. As crianças continuam a ser vítimas desse tipo de conflitos .


Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao/13/0/unicef_deplora_morte_de_criancas

AINDA VIVEM NA MISÉRIA CERCA DE 60% DAS CRIANÇAS NIGERIANAS

COMO VIVEM AS CRIANÇAS NA NIGÉRIA

Pelo menos 60% das crianças nigerianas vivem na pobreza, enquanto progressos consideráveis foram realizados a favor do respeito pelos seus direitos, revela um relatório conjunto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Governo nigeriano.

O relatório sublinha que a pobreza prevalecente sobretudo nas zonas rurais afectam particularmente as províncias de Dosso, Maradi, Tillabéry e Zinder, onde perto de 70% das crianças estão afectadas por este flagelo.
“Até à data presente, a prioridade atribuída à avaliação da pobreza das famílias dissimulava as necessidades mais específicas em termos de protecção das crianças, que são muitas vezes mais vulneráveis no seio da família”, sublinha o documento.
Falando durante a cerimónia de lançamento do relatório, o representante da Unicef, Guido Borghese, declarou que “a pobreza dos petizes é bem mais profunda do que a dos adultos”.
“O seu impacto é efectivamente muito mais devastador. No entanto, a extrema vulnerabilidade das crianças só poderá ser resolvida se lançarmos e reforçarmos os debates aos níveis nacional e internacional sobre as verdadeiras prioridades para o bem-estar dos petizes nigerianos”, acrescentou Borghese.

Fonte: AngolaPress – 23/03/2010[textads]

A Nigéria tem a maior quantidade de tipos de famílias representadas na sua população. Clique e saiba mais.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Clique e saiba mais sobre o comportamento dos adolescentes espanhóis

Clique e leia sobre o comportamento do adolescente espanho

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O trabalho da Save the Children para melhorar a qualidade das escolas na Costa do Marfim

Escolas seguras e funcionais na Costa do Marfim




Com o dinheiro angariado na campanha de Peluches IKEA, 250.000 crianças na Costa do Marfim, país devastado pela guerra, podem beneficiar de uma educação primária de qualidade num ambiente seguro.



Aqui, a Save the Children está a reabilitar escolas, distribuindo kits, dando formação a professores e alunos no âmbito dos direitos das crianças, e criando clubes escolares. Com uma educação de qualidade as crianças da Costa do Marfim estão mais bem preparadas para enfrentar o futuro e podem mudar activamente a sociedade em que estão inseridas.



A Inês vive em Abeongourou, na Costa do Marfim. Está feliz com os trabalhos a decorrer na sua escola – até agora todos os edifícios foram reconstruídos, o telhado arranjado, havendo também móveis novos nas salas de aula.



“Este ano, construíram-nos casas de banho novas. Antes da ajuda da Save the Children estava tudo destruído mas agora a escola está bonita”.



Uma outra mudança que alegra a Inès é o facto de os professores terem deixado de bater nos alunos. No ano passado, a professora viu um rapaz a roubar o caderno e o dinheiro para o almoço da Inès e bateu-lhe. Quando a Inès viu isto, sentiu-se triste apesar do que o rapaz lhe tinha feito. Agora as coisas são diferentes. A Save the Children tem vindo a trabalhar com professores em alternativas aos castigos físicos e humilhantes.



“Quando os alunos se portam mal ou falam nas aulas, os professores dizem-lhes que não devem fazê-lo. Não lhes batem”, diz Inês.



Como parte da iniciativa, a Save the Children trabalha juntamente com os pais para ajudar outros pais a compreender a importância da educação e o papel essencial que podem ter na educação dos seus filhos. Desta forma, os pais aprendem a ter um papel mais activo ao encorajar as crianças a estudar e a ter bons resultados na escola.

Conheça a triste realidade de crianças-soldado da Costa do Marfim

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