A Família Argelina
Entre os milhões de pessoas no campo, e mesmo entre alguns dos milhões nas cidades, a organização social que importa é a família. Na Argélia a família não significa somente pais e filhos, mas pais dos pais e filhos dos filhos. Quando o grupo fica demasiado grande para que as pessoas se ocupem umas das outras e as conheçam bem, ele racha em diversas famílias. No campo, a terra e o trabalho são divididos dentro desta grande família. Os jovens se casam com as moças dentro do grupo. Quando partes da grande família se movem para as cidades, ela se mantêm juntas e em contacto com a estrutura familiar anterior. Quando viajam à França, elas enviam dinheiro a seus parentes. Onde quer que trabalhem, encontram trabalhos para irmãos e primos.
Fonte:http://sites.google.com/site/internetnations/diretorio/argelia
Este blog é um espaço para divulgação de projetos, compartilhamento de materiais didáticos, de práticas pedagógicas, de sites, cursos e dicas de leitura para professores e estudantes. Além de ser um cantinho para publicação de conteúdos relacionados ao trabalho desenvolvido nas aulas de Língua Portuguesa pela professora Fran.
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
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Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
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Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
UNICEF DEPLORA MORTE DE CRIANÇAS
UNICEF deplora morte de crianças
04 de Janeiro, 2010
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) manifestou-se, sexta-feira, preocupado com a morte de crianças durante confrontos em algumas localidades do Estado de Bauchi, no norte da Nigéria, a 28 de Dezembro último, informou a Angop, que cita a PANA.
Em comunicado, a UNICEF condenou o “massacre trágico” dessas crianças nigerianas, sublinhando que a maioria das pessoas que morrem nos incidentes foram crianças entre os dez e os 15 anos.
“Milhões de crianças no norte da Nigéria vivem na precariedade e muitas longe das suas famílias, o que as torna muito vulneráveis à influência dos que lhes oferecem comida”, adianta o comunicado.O UNICEF cita um estudo recente do Ministério nigeriano da Mulher e Desenvolvimento Social que revela que cerca de um quarto das crianças na Nigéria, quase 17 milhões, são órfãs ou vulneráveis.
O estudo, segundo ainda o comunicado, diz igualmente que o número de órfãos e crianças vulneráveis na Nigéria é mais elevado do que nos países em guerra como o Sudão, Somália e a República Democrática do Congo (RDC).
Problemas tribais tem sido a razão de conflitos em várias regiões na Nigéria. As crianças continuam a ser vítimas desse tipo de conflitos .
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao/13/0/unicef_deplora_morte_de_criancas
04 de Janeiro, 2010
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) manifestou-se, sexta-feira, preocupado com a morte de crianças durante confrontos em algumas localidades do Estado de Bauchi, no norte da Nigéria, a 28 de Dezembro último, informou a Angop, que cita a PANA.
Em comunicado, a UNICEF condenou o “massacre trágico” dessas crianças nigerianas, sublinhando que a maioria das pessoas que morrem nos incidentes foram crianças entre os dez e os 15 anos.
“Milhões de crianças no norte da Nigéria vivem na precariedade e muitas longe das suas famílias, o que as torna muito vulneráveis à influência dos que lhes oferecem comida”, adianta o comunicado.O UNICEF cita um estudo recente do Ministério nigeriano da Mulher e Desenvolvimento Social que revela que cerca de um quarto das crianças na Nigéria, quase 17 milhões, são órfãs ou vulneráveis.
O estudo, segundo ainda o comunicado, diz igualmente que o número de órfãos e crianças vulneráveis na Nigéria é mais elevado do que nos países em guerra como o Sudão, Somália e a República Democrática do Congo (RDC).
Problemas tribais tem sido a razão de conflitos em várias regiões na Nigéria. As crianças continuam a ser vítimas desse tipo de conflitos .
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao/13/0/unicef_deplora_morte_de_criancas
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
AINDA VIVEM NA MISÉRIA CERCA DE 60% DAS CRIANÇAS NIGERIANAS
COMO VIVEM AS CRIANÇAS NA NIGÉRIA
Pelo menos 60% das crianças nigerianas vivem na pobreza, enquanto progressos consideráveis foram realizados a favor do respeito pelos seus direitos, revela um relatório conjunto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Governo nigeriano.
O relatório sublinha que a pobreza prevalecente sobretudo nas zonas rurais afectam particularmente as províncias de Dosso, Maradi, Tillabéry e Zinder, onde perto de 70% das crianças estão afectadas por este flagelo.
“Até à data presente, a prioridade atribuída à avaliação da pobreza das famílias dissimulava as necessidades mais específicas em termos de protecção das crianças, que são muitas vezes mais vulneráveis no seio da família”, sublinha o documento.
Falando durante a cerimónia de lançamento do relatório, o representante da Unicef, Guido Borghese, declarou que “a pobreza dos petizes é bem mais profunda do que a dos adultos”.
“O seu impacto é efectivamente muito mais devastador. No entanto, a extrema vulnerabilidade das crianças só poderá ser resolvida se lançarmos e reforçarmos os debates aos níveis nacional e internacional sobre as verdadeiras prioridades para o bem-estar dos petizes nigerianos”, acrescentou Borghese.
Fonte: AngolaPress – 23/03/2010[textads]
Pelo menos 60% das crianças nigerianas vivem na pobreza, enquanto progressos consideráveis foram realizados a favor do respeito pelos seus direitos, revela um relatório conjunto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Governo nigeriano.
O relatório sublinha que a pobreza prevalecente sobretudo nas zonas rurais afectam particularmente as províncias de Dosso, Maradi, Tillabéry e Zinder, onde perto de 70% das crianças estão afectadas por este flagelo.
“Até à data presente, a prioridade atribuída à avaliação da pobreza das famílias dissimulava as necessidades mais específicas em termos de protecção das crianças, que são muitas vezes mais vulneráveis no seio da família”, sublinha o documento.
Falando durante a cerimónia de lançamento do relatório, o representante da Unicef, Guido Borghese, declarou que “a pobreza dos petizes é bem mais profunda do que a dos adultos”.
“O seu impacto é efectivamente muito mais devastador. No entanto, a extrema vulnerabilidade das crianças só poderá ser resolvida se lançarmos e reforçarmos os debates aos níveis nacional e internacional sobre as verdadeiras prioridades para o bem-estar dos petizes nigerianos”, acrescentou Borghese.
Fonte: AngolaPress – 23/03/2010[textads]
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
A Nigéria tem a maior quantidade de tipos de famílias representadas na sua população. Clique e saiba mais.
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terça-feira, 20 de abril de 2010
Clique e saiba mais sobre o comportamento dos adolescentes espanhóis
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
Clique e leia sobre o comportamento do adolescente espanho
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
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