Meu cantinho de leitura e estudos

Seguidores

quarta-feira, 26 de maio de 2010

ROTEIRO PARA AULA DO 8º ANO - SOBRE O LIVRO - UM SONHO DENTRO DE MIM

Queridos alunos dos 8º anos:



A seguir, vocês terão o Roteiro para o trabalho com o livro UM SONHO DENTRO DE MIM:

1- Clique no link da página: http://www.julioemiliobraz.com/principal.html e saiba mais sobre o autor Júlio Emílio Braz. Anote em seu caderno o nome de 03 de seus livros publicados para adolescentes.
2- Pesquise no blog e copie em seu caderno a biografia do autor.
3- Poste no blog uma mensagem para o autor do livro. (Poste seu comentário abaixo da biografia do autor).
4- Você indicaria a leitura desse livro a outro adolescente? (Poste sua mensagem abaixo da imagem do livro.)
5- Durante as aulas, responda as questões propostas para refle xão sobre o tema abordado na obra.


Um abraço,


Profª Francisca
Olá, pessoal!
Esta semana quero apresentar à vocês alguns dos meus autores favoritos: Júlio Emílio Braz, Luis Fernando Verissimo, Marina Colasanti e Valéria Piassa Polizzi. Vocês poderão conhecer no blog suas biografias e obras e durante a próxima semana faremos alguns trabalhos, a partir da leitura de suas crônicas e livros. Espero que gostem de suas obras e passem a apreciá-las também.
Os alunos dos oitavos anos farão um trabalho interessante sobre o tema abordado no livro UM SONHO DENTRO DE MIM e os nonos anos iniciarão o trabalho com Charge e farão uma leitura crítica sobre a crônica de Marina Colasanti.
Fiquem ligados e realizem as atividades com bastante disposição.
Um abraço e bom fim de semana a todos!



Profª Francisca

segunda-feira, 24 de maio de 2010

CAPA DO LIVRO UM SONHO DENTRO DE MIM

Fonte:http://img.mercadolivre.com.br/jm/img?s=MLB&f=98440187_4035.jpg&v=E

Você indicaria a leitura desse livro a outro adolescente? Poste seu comentário e incentive a leitura de seus colegas.

MODELO DE RESENHA CRÍTICA

COSTA, Wagner. Quando meu pai perdeu o emprego.23.ed.São Paulo: Moderna, 1993




WAGNER COSTA é jornalista, autor de contos, de peças de teatro como Cena Aberta, De amor e verdade, De verdade e amor e do livro QUANDO MEU PAI PERDEU O EMPREGO. Costa diz que escreve porque acredita naquilo que acontece quando a palavra chega e se aninha no coração e na consciência das pessoas.
Obra destinada a um público jovem, o livro aborda o tema desemprego, um grave problema social que aflige tantas famílias no país.
A gíria é a linguagem utilizada pelo narrador-personagem, Pepê, o que aproxima texto e leitor e faz tudo parecer mais real. Ficção e realidade se confundem, já que a história narrada é bem parecida com a vida de muitos adolescentes que, como Pepê, têm que dividir o tempo entre o trabalho e o estudo, para ajudarem na renda familiar.
Pepê, Betão, Ju e Caró, antes da tempestade do desemprego chegar, moravam numa boa casa, estudavam em escola particular, tinham tudo do bom e do melhor, gozavam ,por assim dizer, de uma vida cheia de mordomias. O pai era liberal e dava de tudo o que os filhos queriam, sem exigir nada em troca, nem responsabilidade. Mas, de um dia para o outro, tudo mudou. O pai ficou desempregado e ainda perdeu toda a reserva de dinheiro num negócio que não dera certo. E agora? Como enfrentarão o problema?
As coisas na vida da família ficam complicadas, os pais não se entendem e passam a viver no maior bate-boca. O desespero toma conta de todos. De um lado, o pai totalmente perdido, deprimido e desesperado, sem saber o que fazer para reverter a situação e de outro; os filhos sem entender o que se passava, por não conhecerem a verdade. É nesse clima de tensão, conflitos e tristezas que chega o avô das crianças, o Capitão Esperança.
Capitão Esperança é quem ajuda a família nas horas difíceis e com um jeitinho todo especial explica para as crianças que não é vergonha ter o pai desempregado. É ele quem cria a Nave Azul e todos da família passam a ser os tripulantes. É emocionante! Nenhum adolescente pode ficar sem ler esse livro que encerra capítulos como, Beto, Betão e outros.
O autor consegue retratar em 60 páginas quais são as dificuldades enfrentadas por um desempregado e sua família: angústia, revoltas e conflitos, que podem levar ao desespero ou a solidariedade. E, quando aponta soluções para os problemas, acaba indiretamente orientando os leitores que não estão livres de passarem por uma situação semelhante, uma vez que o Brasil é o 4º país do mundo em desemprego.
É de fato uma obra excelente, realista e comovente, capaz de levar à reflexão e quem ainda não foi vítima do desemprego entenderá que não adianta revoltar-se como fez Betão, é preciso se pôr na luta como Pepê e todos os outros da família. Enfrentar a situação juntos “ na base do um por todos e todos por um”(pág.09), como disse o Capitão Esperança em sua mensagem aos tripulantes na Nave Azul.
Compre nas melhores livrarias ou empreste o livro na sala de leitura de sua escola e boa leitura.

Modelo de resenha crítica. Criado pela professora Francisca P. Martins, em 1.999.

DICAS DE COMO FAZER UMA RESENHA E SEUS ELEMENTOS

1. Definição:

Resenha-críatica é um texto que, além de resumir o objeto, faz uma avaliação sobre ele, uma crítica, apontando os aspectos positivos e negativos. Trata-se, portanto, de um texto de informação e de opinião, também denominado de recensão crítica.
2. Quem é o resenhista
A resenha, por ser em geral um resumo crítico, exige que o resenhista seja alguém com conhecimentos na área, uma vez que avalia a obra, julgando-a criticamente.
3. Objetivo da resenha
O objetivo da resenha é divulgar objetos de consumo cultural - livros,filmes peças de teatro, etc. Por isso a resenha é um texto de caráter efêmero, pois "envelhece" rapidamente, muito mais que outros textos de natureza opinativa.
4. Veiculação da resenha
A resenha é, em geral, veiculada por jornais e revistas.
5. Extensão da resenha
A extensão do texto-resenha depende do espaço que o veículo reserva para esse tipo de texto. Observe-se que, em geral, não se trata de um texto longo, "um resumão" como normalmente feito nos cursos superiores ... Para melhor compreender este item, basta ler resenhas veiculadas por boas revistas.
6. O que deve constar numa resenha:
- O título
- A referência bibliográfica da obra
-Alguns dados bibliográficos do autor da obra resenhada
-O resumo, ou síntese do conteúdo
-A avaliação crítica
7. O título da resenha:
O texto-resenha, como todo texto, tem título, e pode ter subtítulo, conforme os exemplos, a seguir:
Título da resenha: Astro e vilão
Subtítulo: Perfil com toda a loucura de Michael Jackson
Livro: Michael Jackson: uma Bibliografia não Autorizada (Christopher Andersen) - Veja, 4 de outubro, 1995

Título da resenha: Com os olhos abertos
Livro: Ensaio sobre a Cegueira (José Saramago) - Veja, 25 de outubro, 1995

Título da resenha: Estadista de mitra
Livro: João Paulo II - Bibliografia (Tad Szulc) - Veja, 13 de março, 1996

8. A referência bibliográfica do objeto resenhado
Constam da referência bibliográfica:
- Nome do autor

- Título da obra

- Nome da editora

- Data da publicação

- Lugar da publicação

- Número de páginas

- Preço

Obs.: Às vezes não consta o lugar da publicação, o número de páginas e/ou o preço.
Os dados da referência bibliográfica podem constar destacados do texto, num "box" ou caixa.

Exemplo: Ensaio sobre a cegueira, o novo livro do escritor português José Saramago (Companhia das Letras; 310 páginas; 20 reais), é um romance metafórico (...) (Veja, 25 de outubro, 1995).

Fonte:http://www.pucrs.br/gpt/resenha.php

- Pode-se também resumir de acordo com a ordem dos fatos, das partes e dos capítulos.

Veja o exemplo da resenha "Receitas para manter o coração em forma" (Zero Hora, 26 de agosto, 1996), sobre o livro "Cozinha do Coração Saudável", produzido pela LDA Editora, com o apoio da Beal.



Receitas para manter o coração em forma

"Na apresentação, textos curtos definem os diferentes tipos de gordura e suas formas de atuação no organismo. Na introdução os médicos explicam numa linguagem perfeitamente compreensível o que é preciso fazer (e evitar) para manter o coração saudável.
As receitas de Cozinha do Coração Saudável vêm distribuídas em desjejum e lanches, entradas, saladas e sopas; pratos principais; acompanhamentos; molhos e sobremesas. Bolinhos de aveia e passas, empadinhas de queijo, torta de ricota, suflê de queijo, salpicão de frango, sopa fria de cenoura e laranja, risoto com açafrão, bolo de batata, alcatra ao molho frio, purê de mandioquinha, torta fria de frango, crepe de laranja e pêras ao vinho tinto são algumas das iguarias".

domingo, 23 de maio de 2010

Mensagem de Júlio Emílio Braz aos alunos e a professora Francisca

Professora Francisca,




Entrei no seu blog e achei bem interessante tanto a proposta quanto a quantidade de seguidores conseguidos por ele.
Participei de sua oportuna pesquisa e dei a minha opinião como pai de um garoto de 13 anos.
Fique à vontade para me enviar as perguntas e mensagens que achar pertinentes ao assunto do livro e a literatura de uma maneira geral.
Viajo muito, mas na medida do possível, busco responder as perguntas que me enviam.


Abraços,


Júlio Emílio Braz

enviado pelo autor pelo e-mail em 23.05.2010

BIOGRAFIA DO CARTUNISTA ANGELI

Angeli (ou Arnaldo Angeli Filho) nasceu em 31 de agosto de 1956, na Casa Verde, Zona Norte de São Paulo. Aos 14 anos já era desenhista de humor da revista "Senhor" e do movimento underground, publicando quadrinhos em fanzines.



Ex-office-boy, Arnaldo Angeli Filho começou a desenhar aos 14 anos, influenciado pelo cartunista americano Robert Crumb. "Não há um desenhista da minha geração que não tenha sofrido a influência do Crumb", diz. Outro de seus ídolos é Millôr Fernandes, colunista de VEJA. "Ele tem uma originalidade e uma capacidade incrível de surpreender." Millôr, por sua vez, afirma que Angeli – "anagrama perfeito de genial" – é mais do que um chargista político. "Ele é um comentarista gráfico que já há bastante tempo atingiu o ponto de absoluta competência", afirma.
Para preencher o espaço de 11 centímetros quadrados que detém há 33 anos na página 2 da Folha de S.Paulo, jornal para o qual colabora desde os 17 anos, o cartunista se vale de dez xícaras de café por dia e dois maços de cigarro, combustível obrigatório num processo de criação que já teve lá suas crises. Em 1983, por exemplo, Angeli decidiu abandonar a charge política. "Nesse período, de início de abertura, houve um certo enaltecimento dos políticos por parte de veículos e desenhistas, empolgados com a nova situação", lembra ele. Essa "cumplicidade" entre os artistas e seus retratados fazia com que as charges, segundo o desenhista, ao contrário de despertar o senso crítico do leitor, acabassem por virar decoração de gabinete de deputado. "Eles gostavam de aparecer nos desenhos. Como eu não queria desenhar bichinhos engraçadinhos, resolvi mudar de tática." Por dez anos, voltou-se para as tiras em quadrinhos e criou personagens antológicos, como o Meia-Oito, caricatura do "revolucionário" de esquerda, a dupla Wood & Stock, de hippies saudosos, e a tresloucada Rê Bordosa, "assassinada" pelo autor em 1987, no auge da fama. Ultimamente, Angeli confessa que anda pensando, novamente, em "dar um tempo" no humor político: "Não me canso da charge, e sim da repetição", diz. "Os governos parecem todos iguais." Os governos podem ser, mas os cartunistas, não.
Fonte:veja.abril.com.br/260706/imagens/perfil1.jpg

Veja abaixo a imagem em: veja.abril.com.br/260706/p_100.html

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

QUANTOS PASSARAM POR AQUI