Este blog é um espaço para divulgação de projetos, compartilhamento de materiais didáticos, de práticas pedagógicas, de sites, cursos e dicas de leitura para professores e estudantes. Além de ser um cantinho para publicação de conteúdos relacionados ao trabalho desenvolvido nas aulas de Língua Portuguesa pela professora Fran.
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
Como usar as ferramentas do Google nas aulas
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Sala de Aula Invertida
SALA DE AULA INVERTIDA
A última "inovação" veiculada pela grande media foi a da aula invertida. O que vem a ser isso? Nas palavras do seu "criador", flipped classroom, ou sala de aula invertida, é o nome que se dá ao método que inverte a lógica de organização da sala de aula. Os alunos aprendem o conteúdo no aconchego dos seus lares, digerindo videoaulas e games (a chamada aula cassino). Na sala de aula, fazem exercícios...
Diz-nos a media especializada que o peer instruction foi inventado há cerca de 20 anos. Há quase um século, Vigotski nos dizia que a aprendizagem é resultante de um processo interativo e considerava a existência de uma ZDP, que representa a diferença entre o que o aprendiz pode fazer individualmente e aquilo que é capaz de atingir em colaboração com outros aprendizes. Também sabemos que, há mais de 30 anos, Papert escreveu sobre o assunto. E que, há cerca de 40 anos, o trabalho de pares era prática comum no quotidiano de uma escolinha de Portugal, muito antes de um professor de física o ter "inventado".
Diz-nos o "inventor" que, nos últimos 23 anos, em aulas de diferentes disciplinas, ficou comprovado que o ensino ativo (active learning) coloca o foco no estudante. Cheira a escolanovismo reciclado... Diz que mudar é difícil, especialmente na universidade, que mudou muito pouco nos últimos 400 anos. Devo reconhecer que tem razão. Só não entendo por que busca compradores da "invenção" nas universidades. Acrescenta: Na sala de aula, existe uma pessoa falando em frente aos alunos (...) não se dá conta de quão pouco seus alunos aprendem. Se assim é, por que razão metade da "invenção" acontece em sala de aula?
O "inventor" do método diz ter escrito um livro sobre a abordagem (felizmente, sem tradução em português). Eu recomendaria substituir essa leitura por versos do Drummond: Deus que livre vocês de uma escola em que tenham que copiar pontos, de decorar sem entender, de aceitarem conhecimentos "prontos", mediocremente embalados nos livros didáticos descartáveis, de ficarem passivos, ouvindo e repetindo. Ou escutar o amigo Nóvoa, referindo-se à escola da aula: uma instituição retrógrada, detentora de esquemas arcaicos de organização do trabalho, sistemas de ensino centralizados e estruturas físicas e curriculares rígidas. Hoje sabe-se que este modelo está fatalmente condenado. Os brasileiros deveriam procurar alforria científica e maioridade educacional na obra de Milton Santos, ou Maria Nilde, mas insistem em comprar gato por lebre, desde que o gato venha do estrangeiro. Essas novidades importadas não passam de inovações requentadas. E é confrangedora a receptividade da universidade brasileira a tais "inovações".
Por que não reagem os pedagogos brasileiros ao neocolonialismo pedagógico? Acaso os nossos professores universitários não leram Freire? Não leram Lauro? Afinal, o que leem os nossos professores?
Desconhecendo que a "invenção" gringa já tinha sido inventada em escolas brasileiras da década de 1960, um centro universitário promoveu palestra do "inventor". E um consórcio de 14 universidades vai adotar (leia-se: comprar) o "método". Volta e meia, mais uma moda pedagógica desce do hemisfério norte. Mal não viria ao mundo, se educadores tupiniquins a não comprassem. Mas compram.
*José Pacheco
Educador e escritor, ex-diretor da Escola da Ponte, em Vila das Aves (Portugal)
josepacheco@editorasegmento.com.br
Educador e escritor, ex-diretor da Escola da Ponte, em Vila das Aves (Portugal)
josepacheco@editorasegmento.com.br
Fonte:http://revistaeducacao.com.br/textos/205/sala-de-aula-invertidapor-que-nao-reagem-os-pedagogos-brasileiros-311344-1.asp
Assista também o vídeo:
Fonte: https://youtu.be/UJMNYGcslb0
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
sábado, 27 de junho de 2015
AFETIVIDADE E APRENDIZAGEM
A sala de aula é um espaço para diálogo, manifestações de respeito, solução de conflitos e estabelecimento de laços de confiança. |
Fatores de sucesso da aprendizagem
Proximidade e
acolhida física podem ser fatores de encorajamento primordiais para o sucesso
da aprendizagem dos estudantes. Um estudo com alunos de seis anos, em três
classes de uma escola particular desenvolvida por Leite
e Tassoni (2001) revelou:
Proximidade física entre professor e alunos proporciona:
tranquilidade, encorajamento, segurança e confiança. Sentindo-se encorajado e
capaz, o estudante realiza a atividade proposta com êxito.
Incentivo e apoio (conteúdo verbal) do professor durante a
execução das atividades é importante para que os alunos não desistam de
realizar as propostas, mesmo diante de dificultadas.
O sucesso da
aprendizagem depende das relações estabelecidas na sala de aula, um espaço que
deve se tornar aberto ao diálogo, às manifestações de respeito, ao incentivo;
enfim à afetividade.
Recomendo ainda que assistam ao filme:
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
PRODUÇÃO DE TEXTO NARRATIVO
Roteiro
para criação
de
uma narrativa com conflito:
Enredo: Contar uma
história que explore o problema da escassez de água.
Foco Narrativo: Em
terceira pessoa – narrador-observador.
Personagem
principal: Pedro.
Lugar: Na rua.
Quando: Durante o
período da manhã.
Conflito: O
personagem está com sede e tem dificuldade para saciar sua sede, devido à falta
de água.
Clique nos links abaixo e acesse as dicas para a criação de uma narrativa com conflito:
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Saiba mais sobre as causas e consequências da seca na Amazônia
Assista a reportagem do Jornal da Cultura realizada em 2011:
De acordo com o governo federal o avanço da pecuária na amazônia tem causado um grande impacto ambiental .A polêmica aumentou quando o Ibama divulgou uma lista com nome de pecuaristas que não podem vender os animais que estão no pasto. O boicote aos produtores acusados de desmate e queima ilegal tem gerado muita discussão:
Vídeo do cineasta canadense Todd William Southgate, denunciando o impacto ambiental da pecuária ( e da soja) no Brasil:
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
Saiba mais sobre a Seca.
Assista a reportagem da Rede Globo de 20/01/2013:
Primeira reportagem de 2013, da Série Retratatos da Seca no Ceará, da TV Verdes Mares. Mostra a dificuldade dos sertanejos para conseguir água em um ano de estiagem. Histórias de pessoas que mesmo com todas as adversidades não deixam a terra em que nasceram:
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
terça-feira, 16 de junho de 2015
Acesse o link abaixo e aprenda um pouco mais com o Iguinho sobre o Aquecimento Global.
Francisca P. Martins é professora de Língua Portuguesa e atua há 29 anos na educação pública da rede municipal de São José dos Campos/SP. Formada em Letras e Pedagogia, especialista em Leitura e Produção de Textos, em Mídias Digitais Interativas e em Design Instrucional. Recentemente, defendeu sua dissertação com o tema "Mentoria: uma estratégia para a formação de professores iniciantes da área de Língua Portuguesa", para banca do Mestrado Profissional em Educação na Universidade de Taubaté - UNITAU e concluiu pela Universidade Estadual Paulista, "Júlio de Mesquita Filho", o curso Educação 5.0: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. Ama o seu trabalho em sala de aula, pois acredita que somente uma educação inovadora e de qualidade seja capaz de formar indivíduos capazes de gerarem resultados e impactos positivos no mundo.
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