quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Sensibilizando os estudantes. Preparando o terreno para trabalhar o tema a Exploração do Trabalho Infantil.

Compartilhando experiências:

No dia 23 de setembro de 2015, após assistirem aos vídeos Menino de Carvão e Menino de Rua, disponíveis no blog, os estudantes foram convidados a registrar no papel as suas impressões, seus sentimentos e emoções a respeito das cenas exibidas. Com bastante facilidade expressaram também suas opiniões a respeito do sofrimento causado pela exploração do trabalho infantil.
Abaixo compartilho alguns desses registros:

Ao assistir o vídeo Menino de Carvão, eu entendi mais sobre a realidade da exploração do trabalho infantil.
Esse vídeo fala sobre a situação de uma criança que trabalha na fábrica de carvão e me deu raiva ver a situação das crianças que são exploradas no trabalho infantil.
Essas crianças que são exploradas, geralmente, não tem nem uma cama para dormir, comem um prato de farinha por dia, enquanto seus patrões comem do bom e do melhor! Às vezes, são exploradas pelos próprios pais que as proíbem de ir à escola, são tratadas como escravos e quando fazem o que é "errado" levam uma surra e algumas crianças ainda morrem nas ruas!
Alguns adultos que veem crianças trabalhando nas ruas nem denunciam esse abuso e fingem que não viram nada, isso me dá raiva!

Vitor Gabriel Medeiros Barbosa, 6º C
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Dos vídeos que eu assisti, deu pra entender que a situação das crianças é muito difícil, porque se elas são exploradas pelos próprios pais ou não, como elas terão o direito a uma boa educação e terão um futuro melhor.
Isso é muito triste, não sei como pode existir pessoas tão más. Tiram algo de bom de toda criança, que é a infância! (...)

Francielen da Silva Oliveira, 6ºC

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Eu me senti triste pelas crianças serem exploradas no trabalho infantil e estarem sofrendo maltrato!
Crianças trabalham nas pedreiras, nas olarias e nas minas de carvão.
No filme Menino de Carvão, não gostei do jeito como o pai trata o menino, o irmão e a esposa! O pai bate na mãe e demonstra agressão ao menino, porém o menino foge para uma pequena cidade procurando um abrigo e abandona a mãe para se salvar. Muitas crianças fogem quando acontecem essas coisas.
Pessoas  que veem mãe ou crianças nessa situação devem procurar as autoridades e resolver esse o problema do trabalho infantil.

Maria Clara Fidelis, 6ºC

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No vídeo Meninos de rua, senti muita tristeza! Ao ver muitos meninos e meninas nas ruas com sacolas cheias de lixo, limpando carros, pedindo esmola, entregando folhetos, fazendo mini apresentações nos faróis... Entendi que muitas crianças vivem disso! Muitas vezes são abandonadas nas ruas ou nascem lá!
Ainda tem crianças que são exploradas ou obrigadas a trabalhar para ajudar a sustentar a família e acabam se perdendo, se matando, se escondendo... 
Tem casos ainda piores como os abusos sexuais praticados contra crianças e adolescentes, mas isso já é outra história...

Mikael Rabelo Xavier, 6ºC

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O vídeo Menino de carvão, além de ser um vídeo triste me chamou bastante atenção. Entendi que o menino morava com seu pai e sua mãe. O menino ajudava seu pai todos os dias, mas ele tinha um sonho. Ele pedia para seu pai que lhe deixasse ir à escola. Mas, seu pai dizia que ele tinha que ajudá-lo no trabalho.
O vídeo me tocou muito e me fez sentir muito triste e indignado com a situação que acontecia no vídeo, o pai do menino vivia com raiva e descontava batendo na mulher e em seu filho.
O pai do menino tinha um bebê, que ele o balançou na rede muito forte e fez com que o recém-nascido batesse a cabeça na parede e morresse.
O menino no final da história, pediu novamente ao seu pai para ir à escola, mas seu pai não deixou e isso fez com que o menino saísse de casa e fosse se virar sozinho.
O maior sonho dele era ir para escola e ter um futuro melhor.

Peterson Patrick, 6ºC

Você também pode ajudar a combater todo tipo de exploração contra crianças e adolescentes. Manifeste sua opinião e sentimentos sobre esse problema que afeta muitas crianças e adolescentes no país.
Caso conheça algum caso de exploração, denuncie! Ligue 100. A ligação é gratuita!

Abraços,
Prof.ª Francisca

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