Meu cantinho de leitura e estudos

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Atividade para trabalhar Valores Humanos na Escola

ROTEIRO DE ATIVIDADE PARA TRABALHAR VALORES HUMANOS NA ESCOLA

1ª Etapa: Leitura da sinopse do filme Mãos Talentosas e exposição dos objetivos da atividade.

2ª Etapa: Assistir ao filme.





3ª Etapa - Roda de Conversa - questões para refletir sobre a trajetória da personagem e os valores humanos presentes em sua vida e nas atitudes das pessoas com quem convivia.

4ª Etapa - Proposta de produção de texto: 

EXERCÍCIO PARA PENSAR, ANTECIPAR O FUTURO E ESCREVER ...

OBJETIVO: PRODUÇÃO DE UM LIVRO

Inspirado (a) no filme, imagine como será a sua trajetória de vida até a realização de seu sonho profissional.
Conte os motivos que o levaram a escolher esse sonho, fale um pouco sobre sua infância e adolescência, fale da família, amigos, professores e escolas onde estudou. Depois, imagine onde você estará daqui a alguns anos, quando já tiver concluído o Ensino Médio? O que estará fazendo pelo seu sonho? Que desafios e dificuldades enfrentará?

Escreva o livro de sua vida. Nele, você escreverá uma narrativa contando a sua história de sucesso e os desafios que imagina que enfrentará para conseguir estudar e fazer o curso que escolheu. 
Para criar a sua história e escrever o seu livro, siga as instruções abaixo:

1.    Escreva a sua história em 1ª pessoa (você é o personagem principal).
2.    O número mínimo é 30  linhas e o máximo de 40 linhas.
3.    O objetivo do texto é contar quais são os seus talentos e como foi sua trajetória para alcançar a realização de seu sonho profissional.
4-    Descreva ambientes por onde passou e situações que enfrentou para alcançar seu objetivo.
5- Crie outros personagens para participar da história e de diálogos imaginários: pessoas da família, amigos, professores, falsos amigos e outras pessoas que julgar importantes para participar de sua história.
6- Crie conflitos (são os desafios) e conte como enfrentará cada um deles.
7-    Você pode dividir sua história em capítulos.
8-    Coloque em seu texto o mesmo título do filme Mãos Talentosas, a história de ......... (complete a frase com o seu nome).
9-    Crie ilustrações para as partes mais significativas da história.
10-Crie uma capa para seu livro. Coloque na capa todas as informações importantes:  nome do autor, nome do livro, ilustração, nome do ilustrador, edição e nome da editora.
11-    Faça uma revisão do texto, antes de entregá-lo. Utilize-se da ficha de avaliação que está em seu caderno.
12-    Entregue a 1ª versão, somente a sua história, em folha de almaço, ou digitada, dia 14/08/15, sexta-feira.
13-    Entregue a 1ª versão do livro em 28/08/15.


 “Sabe, a nossa historia é a gente que vai escrevendo
Cada linha é definida pelas escolhas que estamos fazendo
Em muitos livros, só se pode encontrar tristeza e solidão
Em outros só há relatos de dor a aflição”

l
Seja dedicado e procure escrever uma boa história. Lembre-se, essa é a história da sua vida.

Escolha que tipo de história escreverá para sua vida. Sinceramente? Espero que seja uma história de sucesso!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Cada leitor é um co-produtor de texto. Veja o resultado da recriação do texto que escrevi em homenagem ao caçador de pipas, Guilherme.


terça-feira, 4 de agosto de 2015

ATIVIDADES PARA TRABALHAR VALORES NA ESCOLA - PROJETO VIVENDO VALORES NA ESCOLA - Sugestões de mensagens e animações para o trabalho com valores como: Honestidade, Cooperação e Humildade.


Roteiro de Aula

Tema: Valores Humanos - Honestidade, Cooperação e Humildade 

 1ª Etapa: Atividade de sensibilização: Exibição do vídeo com a história do Norte da China: A flor da Honestidade

Antecipação da Leitura: 

1- Uma história com esse título tratará de qual valor humano?
Exibição do vídeo:

2ª Etapa - Estratégias de Leitura:

Inferências durante a Leitura:
2- Que critérios de escolha o príncipe utilizará para a escolha de sua noiva? Comente.
3- Qual das moças o príncipe escolherá após o teste? Explique.

Verificação:

4- Os acontecimentos na história aconteceram, de acordo com a sua previsão?
5- O que aconteceu de forma diferente?

3ª Etapa - Conclusões:
5- Qual a moral dessa história?
6- É possível colocar em prática o ensinamento transmitido pela história A flor da Honestidade?

4ª Etapa - Roda de Conversa - Reflexão e comentários:
7- Leia, reflita e comente as frases abaixo que tratam do tema da história:


Nesta etapa, os alunos sentados em círculo poderão retirar as frases aleatoriamente de uma caixinha. O aluno fará a leitura da frase para os demais colegas e seu comentário. Outros colegas também poderão fazer comentário sobre a mesma frase.


Nenhuma herança é tão rica quanto a honestidade.
                     Willian Shakespeare

Ser honesto significa escolher não mentir, roubar, enganar, ou trapacear de modo algum. Aquele que perde sua honestidade. Já não tem mais nada a perder.

Honestidade é o primeiro passo para mudanças verdadeiras.

A Honestidade nunca sai de moda!

A Honestidade é uma das virtudes mais importantes: na família, no trabalho e na sociedade.

A Honestidade é a Honra, uma qualidade da pessoa.



O indivíduo que é honesto descarta a malandragem e a esperteza de querer levar vantagem em tudo.


Você, professor, ainda pode encerrar a aula exibindo a comovente história: A Honestidade não tem Preço:



Boas reflexões!

Prof.ª Francisca




Para esclarecer a diferença entre a humildade e a Arrogância, assista a animação: Medo, timidez e arrogância.

Atividade para abordar temas como: Cooperação, Humildade e Generosidade. O ponto de partida é a animação: O Farol da responsabilidade.

Roteiro de Aula

Tema: Valores Humanos 
 Honestidade, Cooperação e Humildade 

 1ª Etapa: Atividade de sensibilização: Exibição do vídeo com a história: 

O Farol da responsabilidade

Antecipação da Leitura e conhecimentos linguísticos:


1- Você sabe o significado da palavra Farol? Confira o significado dessa palavra no dicionário online Michaelis:

farol 
fa.rol 
sm (gr Pháros, np) 1 Espécie de torre encimada por um candeeiro móvel, ou projetor, para dar sinais de luz aos navegantes. 2 Lampião, na popa do navio ou na gávea do mastaréu da gata, para indicar o lugar em que navega ou está fundeado. 3 Candeeiro ou projetor de bordo, para iluminação e transmissão de sinais. 4 Lanterna de automóvel. 5 Coisa que alumia. 6 Fanal, guia, norte, rumo.gír Fita, ostentação (V fazer fita). gír Conversa com que se procura embair alguém. 9 Indivíduo pago para, nos leilões, fazer lanços a fim de atrair licitantes. 10 Aquele que, nas casas de tavolagem, joga com o dinheiro da casa, fingindo-se frequentador como os outros. 11 Anel com brilhante demasiado grande. Pl: faróis. F. flutuante, Náut: barco que tenha no topo do mastro uma luz brilhante, ancorado num lugar de navegação perigosa onde um farol é impraticável; barco-farol.



2- Qual a relação que se pode fazer entre o papel de um farol e os valores humanos?

3- Por que você acha que o autor escolheu esse título para a história? O que esse título despertou em você?


Exibição do vídeo:





2ª Etapa - Estratégias de Leitura 


Inferências durante a Leitura:

4-  Por que você acha que o faroleiro fechou a janela? 

5- O que ele demonstrou batendo tão forte a janela?

6- Que leitura você faz da expressão do rosto da personagem depois de quebrar a lanterna do Farol e olhar para o vilarejo? (2:01/3:07) Se pudesse adivinhar o pensamento da personagem, o que você diria que ele estava pensando?

Verificação:

7- Os acontecimentos na história transcorreram, de acordo com a sua previsão?
5- O que aconteceu de forma diferente?


4ª Etapa - Roda de Conversa - Reflexão e comentários:


1- Qual o tema tratado nesta animação?
2- O que foi possível aprender com essa animação?
3- Você acha possível pôr em prática na sua vida, valores como Cooperação, Responsabilidade e Humildade?
4- Dos valores humanos revelados na animação, quais deles você pratica na escola? Comente.
5- - Devemos COOPERAR com as pessoas com as quais convivemos. Como você coopera com as pessoas que convivem com você?
6- Em nossa escola também precisamos cooperar com todos: colegas, professores, direção e funcionários, para que o ambiente seja tranquilo, limpo e organizado. 
Dê exemplos de ações de Cooperação que você pode desenvolver na escola?
7- De que maneiras você pode Cooperar com seu professor para que todos possam aprender os conteúdos que estão sendo trabalhados durante as aulas?


As questões propostas podem ser desenvolvidas durante uma roda de conversa, guiada por um objeto de fala e direcionada pelas questões, que podem ser distribuídas aos alunos, por meio de um sorteio.

Caros colegas!

Escrevam-me comentando sobre os resultados da aplicação das atividades sobre valores, caso venham a desenvolvê-las.  Também espero suas críticas e contribuição, para enriquecer o trabalho.
Abraços,

Prof.ª Francisca

Sugestão de animação para falar sobre Cooperação e Solidariedade com os alunos: Alimento para todos e todas

Para tratar de perseverança, a dica é a mensagem: A SAMAMBAIA E O BAMBU VÍDEO MOTIVACIONAL VDTC comunicações

Para trabalhar o valor da Humildade - Sugestão para Reflexão - A Lição do Bambú Chinês

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Dica de filme para o seu final de semana:

O Preço de Uma Verdade
Por Murilo Souza
Jornalista graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina
Stephen Glass era um azougue. Falante e persuasivo, conseguiu ser o destaque em grande parte das reuniões de pauta da publicação americana The New Republic. Escoltado por uma argumentação veemente, transformou suas idéias em reportagens que se consagraram nas páginas da revista. Para cada sugestão, uma matéria. Para cada matéria, uma estratégia. Invariavelmente ardiloso, o jornalista teve sua trajetória profissional retratada em um longa-metragem de 103 minutos, lançado em 2003, mostrando um detalhe que ele mesmo tentou manter em segredo por muito tempo.
Aos 26 anos, Glass já havia escrito para as revistas George, Harper’s e Rolling Stones. Pessoas e fatos insólitos, com todas as suas nuances, sempre estiveram ao seu alcance. Era considerado um ícone. Tanto que em certo momento, convidado pela direção da universidade onde estudou, passou a dar palestras falando sobre sua carreira. Já famoso, chegou ao cargo de editor-associado da conceituada revista de política e atualidades The New Republic, a única a circular dentro do Air Force One – o avião oficial do presidente dos EUA. 
O brilhantismo do repórter começou a entrar em colapso quando em uma das reuniões de pauta da revista ele se propôs a escrever sobre a vida de um hacker de 13 anos de idade. Aprovada a idéia, a fantástica reportagem, publicada em 1998, com o título O Paraíso dos Hackers, contava a história de um adolescente prodígio capaz de burlar e invadir o sistema de informações de uma grande empresa de softwares. Nela, entre outras coisas, Glass mostrava como seria a relação indecorosa entre o adolescente e a empresa, logo após o garoto ter sido contratado para ser consultor de segurança. A reportagem detalhava ainda uma série de provocações inescrupulosas, geralmente baseadas em chantagens e demandas fúteis, feitas pelo jovem nerd.
Cobrado pelo chefe por não cobrir o assunto, Adam Penenberg, repórter da Forbes Digital, passou a investigar a história por conta própria. Para sua surpresa, descobriu que a matéria não passava de uma farsa, uma invenção. A partir de uma checagem das informações, o repórter da Forbes ficou sabendo que Glass, minuciosamente, havia inventado não só o adolescente, mas também um encontro nacional de hackers, a própria empresa de softwares e, inclusive, o conjunto de exigências feitas pelo garoto enquanto negociava para se tornar o consultor de segurança da empresa. Com o objetivo de despistar a checagem dos fatos, Glass costumava forjar as próprias anotações. Uma investigação mais aprofundada mostrou que dos 41 textos publicados, 27 foram total ou parcialmente inventados por ele.
Cinco anos depois da publicação de O Paraíso dos Hackers, o principal segredo da vida profissional de Stephen Glass aparece agora retratado em O Preço de uma Verdade, do roteirista e diretor Billy Ray. No filme, que teve seu roteiro baseado em um artigo de Buzz Bissinger – escrito para a revista Vanity Fair em setembro de 1998 –, Glass é vivido pelo ator Hayden Christensen (Star Wars). Com destaque para a agilidade da narrativa, o longa-metragem é simples, envolvente e não compromete ao apresentar as novidades no momento certo, evitando o desânimo e o cansaço do espectador.
Em entrevista à Associated Press, Glass revelou: “Eu me detestava. Não me achava bom como jornalista, como filho, como irmão, como amigo, como namorado. Acho que enganei as pessoas para elas pensarem boas coisas de mim.” O labirinto complexo onde ele se meteu é mostrado no filme quando, mesmo depois dos primeiros indícios de fraude, tenta sustentar a existência de todas as pessoas e situações narradas em suas matérias “Para cada mentira que eu contava, era necessária outra para sustentá-la. Assim, era uma sobre a outra”, diz ele.

Ficha Técnica
Título Original: Shattered Glass
Gênero: Drama
Direção: Billy Ray
Tempo de Duração: 103 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2003
Elenco: Hayden Christensen, Chloë Sevigny, Steve Zahn
Fonte: https://objethos.wordpress.com/2011/04/06/resenha-o-preco-de-uma-verdade-2003/

Assista a um trecho do filme e tire suas conclusões:

terça-feira, 28 de julho de 2015

ROTEIRO DE ATIVIDADE


Leia a charge abaixo de Angeli:



Leia a crônica de Marina Colasanti, compare-a à Charge de Angeli e responda as questões propostas.

DE QUEM SÃO OS MENINOS DE RUA?

Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Me-nino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Fa-mília, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando so-zinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.
Na verdade, não existem meninos De Rua. Existem meninos NA rua. E toda vez que um menino está NA rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê.
No Brasil temos 36 milhões de crianças carentes. Na China existem 35 milhões de crianças superprotegidas. São fi-lhos únicos resultantes da campanha Cada Casal um Filho, criada pelo governo em 1979 para evitar o crescimento po-pulacional. O filho único, por receber afeto "em demasia", torna-se egoísta, preguiçoso, dependente, e seu rendimento é in-ferior ao de uma criança com irmãos. Para contornar o problema, já existem na China 30 mil escolas especiais. Mas os educadores admitem que "ainda não foram desenvolvidos métodos eficazes para eliminar as deficiências dos filhos únicos".
O Brasil está mais adiantado. Nossos educadores sabem perfeitamente o que seria necessário para eliminar as deficiências das crianças carentes. Mas aqui também os "métodos ainda não foram desenvolvidos".
Quando eu era criança, ouvi contar muitas vezes a história de João e Maria, dois irmãos filhos de pobres lenhadores, em cuja casa a fome chegou a um ponto em que, não havendo mais comida nenhuma, foram levados pelo pai ao bosque, e ali abandonados. Não creio que os 7 milhões de crianças brasileiras abandonadas conheçam a história de João e Maria. Se conhecessem talvez nem vissem a semelhança. Pois João e Maria tinham uma casa de verdade, um casal de pais, roupas e sapatos. João e Maria tinham começado a vida como Meninos De Família, e pelas mãos do pai foram levados ao abandono.
Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando dizemos "crianças abandonadas" subentendemos que foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito familiar, de uma fa-mília gigantesca e generalizada, à qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos próprios filhos, aqueles que "nos pertencem".
Mas, embora uma criança possa ser abandonada pelos pais, ou duas ou dez crianças possam ser abandonadas pela família, 7 milhões de crianças só podem ser abandonadas pela coletividade. Até recentemente, tínhamos o direito de atribuir esse abandono ao governo, e responsabilizá-Io. Mas, em tempos de Nova República*, quando queremos que os cidadãos sejam o governo, já não podemos apenas passar adiante a responsabilidade. A hora chegou, portanto, de irmos ao bosque, buscar as crianças brasileiras que ali foram deixadas.

(COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2002.)

ROTEIRO PARA AULA DO 7º ANO

Roteiro de Leitura

1- Leia a charge de Angeli, Pobreza: cada jovem tem a sua  e a crônica de Marina Colasanti: De quem são os meninos de rua? e responda as questões abaixo:

a) Qual o assunto tratado nos textos?

b) Onde uma crônica, normalmente, é publicada?

c) Que direitos da criança e do adolescente estão sendo violados? Explique.

d) Qual o objetivo desses textos?

2- O que é Ironia (pesquise no blog e copie em seu caderno)? Em qual balão da Charge foi utilizada Ironia pelo cartunista? Explique.

3- Elabore um comentário sobre a crônica de Marina Colasanti, a partir das frases "Não existem meninos de rua. Existem meninos na rua." (poste seu comentário no blog, abaixo da publicação da crônica).

4- Pesquise em seu caderno ou na internet: O que é Charge? Quais as características desse tipo de texto? Onde, normalmente, é publicado?


5-Leia a biografia do cartunista Angeli e da autora Marina Colasanti.


Fiquem atentos, porque todas as atividades deverão ser realizadas durante a aula, na sala de informática.

Funk do ECA - Sandro Caldeira (Obra Original: Tremendo Vacilão)

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O Melhor Vídeo Motivacional de 2014 [Oficial]

O MELHOR VÍDEO MOTIVACIONAL JÁ FEITO 2012 (ESPETACULAR!)

Motivação Pessoal e Reflexão...

sábado, 25 de julho de 2015

Dicas de como escrever melhor e o papel da família nesse processo

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Webnário sobre Sala de Aula Invertida

Como usar as ferramentas do Google nas aulas

terça-feira, 7 de julho de 2015

Sala de Aula Invertida

SALA DE AULA INVERTIDA


A última "inovação" veiculada pela grande media foi a da aula invertida. O que vem a ser isso? Nas palavras do seu "criador", flipped classroom, ou sala de aula invertida, é o nome que se dá ao método que inverte a lógica de organização da sala de aula. Os alunos aprendem o conteúdo no aconchego dos seus lares, digerindo videoaulas e games (a chamada aula cassino). Na sala de aula, fazem exercícios...
Diz-nos a media especializada que o peer instruction foi inventado há cerca de 20 anos. Há quase um século, Vigotski nos dizia que a aprendizagem é resultante de um processo interativo e considerava a existência de uma ZDP, que representa a diferença entre o que o aprendiz pode fazer individual­mente e aquilo que é capaz de atingir em colaboração com outros aprendizes. Também sabemos que, há mais de 30 anos, Papert escreveu sobre o assunto. E que, há cerca de 40 anos, o trabalho de pares era prática comum no quotidiano de uma escolinha de Portugal, muito antes de um professor de física o ter "inventado".
Diz-nos o "inventor" que, nos últimos 23 anos, em aulas de diferentes disciplinas, ficou comprovado que o ensino ativo (active learning) coloca o foco no estudante. Cheira a escolanovismo reciclado... Diz que mudar é difícil, especialmente na universidade, que mudou muito pouco nos últimos 400 anos. Devo reconhecer que tem razão. Só não entendo por que busca compradores da "invenção" nas universidades. Acrescenta: Na sala de aula, existe uma pessoa falando em frente aos alunos (...) não se dá conta de quão pouco seus alunos aprendem. Se assim é, por que razão metade da "invenção" acontece em sala de aula?

O "inventor" do método diz ter escrito um livro sobre a abordagem (felizmente, sem tradução em português). Eu recomendaria substituir essa leitura por versos do Drummond: Deus que livre vocês de uma escola em que tenham que copiar pontos, de decorar sem entender, de aceitarem conhecimentos "prontos", mediocremente embalados nos livros didáticos descartáveis, de ficarem passivos, ouvindo e repetindo. Ou escutar o amigo Nóvoa, referindo-se à escola da aula: uma instituição retrógrada, detentora de esquemas arcaicos de organização do trabalho, sistemas de ensino centralizados e estruturas físicas e curriculares rígidas. Hoje sabe-se que este modelo está fatalmente condenado. Os brasileiros deveriam procurar alforria científica e maioridade educacional na obra de Milton Santos, ou Maria Nilde, mas insistem em comprar gato por lebre, desde que o gato venha do estrangeiro. Essas novidades importadas não passam de inovações requentadas. E é confrangedora a receptividade da universidade brasileira a tais "inovações".
Por que não reagem os pedagogos brasileiros ao neocolonialismo pedagógico? Acaso os nossos professores universitários não leram Freire? Não leram Lauro? Afinal, o que leem os nossos professores?
Desconhecendo que a "invenção" gringa já tinha sido inventada em escolas brasileiras da década de 1960, um centro universitário promoveu palestra do "inventor". E um consórcio de 14 universidades vai adotar (leia-se: comprar) o "método". Volta e meia, mais uma moda pedagógica desce do hemisfério norte. Mal não viria ao mundo, se educadores tupiniquins a não comprassem. Mas compram.

*José Pacheco
Educador e escritor, ex-diretor da Escola da Ponte, em Vila das Aves (Portugal)
josepacheco@editorasegmento.com.br

Fonte:http://revistaeducacao.com.br/textos/205/sala-de-aula-invertidapor-que-nao-reagem-os-pedagogos-brasileiros-311344-1.asp


Assista também o vídeo:






Fonte: https://youtu.be/UJMNYGcslb0

sábado, 27 de junho de 2015

AFETIVIDADE E APRENDIZAGEM



A sala de aula é um espaço para diálogo, manifestações de respeito, solução de conflitos e estabelecimento de laços de confiança. 


Fatores de sucesso da aprendizagem

Proximidade e acolhida física podem ser fatores de encorajamento primordiais para o sucesso da aprendizagem dos estudantes. Um estudo com alunos de seis anos, em três classes de uma escola particular desenvolvida por Leite e Tassoni (2001) revelou:

Proximidade física entre professor e alunos proporciona: tranquilidade, encorajamento, segurança e confiança. Sentindo-se encorajado e capaz, o estudante realiza a atividade proposta com êxito.

Incentivo e apoio (conteúdo verbal) do professor durante a execução das atividades é importante para que os alunos não desistam de realizar as propostas, mesmo diante de dificultadas.

O sucesso da aprendizagem depende das relações estabelecidas na sala de aula, um espaço que deve se tornar aberto ao diálogo, às manifestações de respeito, ao incentivo; enfim à afetividade.

Recomendo ainda que assistam ao filme:



quarta-feira, 24 de junho de 2015

PRODUÇÃO DE TEXTO NARRATIVO



Roteiro para criação
de uma narrativa com conflito:

Enredo: Contar uma história que explore o problema da escassez de água.
Foco Narrativo: Em terceira pessoa – narrador-observador.
Personagem principal: Pedro.
Lugar: Na rua.
Quando: Durante o período da manhã.

Conflito: O personagem está com sede e tem dificuldade para saciar sua sede, devido à falta de água.

Clique nos links abaixo e acesse as dicas para a criação de uma narrativa com conflito:



quarta-feira, 17 de junho de 2015

Saiba mais sobre as causas e consequências da seca na Amazônia



Assista a reportagem do Jornal da Cultura realizada em 2011:





De acordo com o governo federal o avanço da pecuária na amazônia tem causado um grande impacto ambiental .A polêmica aumentou quando o Ibama divulgou uma lista com nome de pecuaristas que não podem vender os animais que estão no pasto. O boicote aos produtores acusados de desmate e queima ilegal tem gerado muita discussão:




Vídeo do cineasta canadense Todd William Southgate, denunciando o impacto ambiental da pecuária ( e da soja) no Brasil:


Saiba mais sobre a Seca.


Assista a reportagem da Rede Globo de 20/01/2013:



Primeira reportagem de 2013, da Série Retratatos da Seca no Ceará, da TV Verdes Mares. Mostra a dificuldade dos sertanejos para conseguir água em um ano de estiagem. Histórias de pessoas que mesmo com todas as adversidades não deixam a terra em que nasceram:


terça-feira, 16 de junho de 2015

Acesse o link abaixo e aprenda um pouco mais com o Iguinho sobre o Aquecimento Global.

sábado, 13 de junho de 2015

Roteiro de trabalho para os alunos que não foram à visita

Roteiro para o trabalho:

Acesse o site:
http://www.centervale.com.br/card/basta-um-gesto

Pesquise o projeto desenvolvido no Shopping Center Vale para garantir ações de Sustentabilidade na empresa:

- Explique o que é o projeto;
- Reciclagem de Papel;
- Descarte de lâmpadas;
- Descarte de pilhas e baterias;
- Coleta Seletiva;
- Água de Reuso;
- Fábrica de Sabão.

Explique em cada item, como o shopping realiza cada uma das ações e de que forma elas colaboram para a preservação ambiental.

Orientações;

- Digite seu trabalho em Fonte Arial, tamanho 12 e utilize parágrafos justificados.
- Encaminhe com imagens para ilustrar cada ação do projeto.
- Enviar até 26/06/15 para o e-mail: francisprofessora@gmail.com

ROTEIRO DE TRABALHO PARA ALUNOS DO 7º Ano B


ROTEIRO PARA PRODUÇÃO DE RELATO DA VISITA AO CENTER VALE SHOPPING

1- O quê? (qual foi o fato ocorrido? ) Quando? (Data/Mês) Onde?

No dia 03 de junho, os alunos do 7º ano B da EMEF. Prof.ª Lúcia Pereira Rodrigues  visitaram ...................................................................................................................................................................

..................................................................................................................................para ........................
(neste espaço fale do objetivo da visita, mínimo 5 e máximo 7 linhas) 

2- Desenvolvimento: Quem recebeu o grupo? Conte das atividades do auditório?
(máximo 15 linhas e mínimo 10 linhas)

3- Prática de campo: Conte o que você aprendeu na estação de tratamento, fábrica de sabão ...

Os alunos conheceram o trabalho desenvolvido na Estação de Tratamento de Água .... (sugestão para início do texto, máximo 17 linhas e mínimo 15 linhas)

4- Relate como foi sua experiência de entrevistar os funcionários do shopping? O que aprendeu com essa experiência? 
Realizando as entrevistas com os funcionários .... 

sugestão de início, máximo 9 linhas e mínimo 7 linhas)

Orientações:

- Desenvolvam as respostas, elaborando parágrafos detalhando cada assunto do texto.
- Coloque as fotos no meio do texto, procurando escrever um pequeno texto embaixo da foto (legenda) descrevendo a cena da foto.
- Os alunos que digitaram as entrevistas deverão enviá-las junto com o Relato.
- Os vídeos das entrevistas deverão ser colocados juntos ao item 4 do Relato.
- Façam uma boa revisão do texto, cuidem da ortografia, pontuação, uso da letra maiúscula e da organização do texto.
- Utilizem Fonte Arial,  tamanho 12 e justifiquem os parágrafos.

- Data do envio da atividade: 26/06/2015
- Email: francisprofessora@gmail.com

Bom trabalho às equipes!

Prof.ª Francisca

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